“Plano de Aula: Explorando Elementos Não Vivos no 2º Ano”

O plano de aula a seguir foi elaborado com o intuito de proporcionar uma experiência enriquecedora aos alunos do 2º ano do Ensino Fundamental, abordando o tema elementos não vivos, que abrange tanto os elementos naturais quanto os construídos pelo homem. Através de atividades interativas e diversificadas, a aula promoverá a exploração do conteúdo, permitindo que os alunos conectem a teoria com a prática, desenvolvendo habilidades essenciais para o seu aprendizado.

Neste plano, a proposta é estimular a curiosidade e a observação dos estudantes, favorecendo a sua capacidade de análise e crítica sobre o mundo que os cerca. Os elementos não vivos, que incluem areias, pedras, água e objetos construídos pelo homem, serão explorados de forma dinâmica e lúdica. O objetivo é garantir que os alunos compreendam a importância desses elementos e como eles interagem com os seres vivos e o ambiente.

Tema: Elementos Não Vivos
Duração: 90 minutos
Etapa: Ensino Fundamental 1
Sub-etapa: 2º Ano
Faixa Etária: 7 anos

Objetivo Geral:

Planejamentos de Aula BNCC Infantil e Fundamental

Compreender e identificar os elementos não vivos, tanto naturais quanto construídos, explorando suas características e relações com o ambiente.

Objetivos Específicos:

– Identificar e classificar diferentes elementos não vivos, como pedras, areia, água e objetos construídos.
– Discutir a importância dos elementos não vivos em nosso dia a dia.
– Relacionar os elementos não vivos com os seres vivos e o ambiente.

Habilidades BNCC:

– (EF02CI01) Identificar de que materiais (metais, madeira, vidro etc.) são feitos os objetos que fazem parte da vida cotidiana, como esses objetos são utilizados e com quais materiais eram produzidos no passado.
– (EF02CI02) Propor o uso de diferentes materiais para a construção de objetos de uso cotidiano, tendo em vista algumas propriedades desses materiais (flexibilidade, dureza, transparência etc.).
– (EF12LP20) Reconhecer a função de textos utilizados para apresentar informações coletadas em atividades de pesquisa (enquetes, pequenas entrevistas, registros de experimentações).

Materiais Necessários:

– Lousa e giz ou marcador
– Elementos não vivos (pedras, areia, água em garrafinhas, materiais recicláveis como papelão, plásticos e metais)
– Cartolina e canetinhas
– Materiais para construção de maquetes (papel, tesoura, cola, fita adesiva)
– Quadro ou cartaz para registro das observações
– Cópias de um pequeno texto explicativo sobre elementos não vivos para leitura

Situações Problema:

– Como os elementos não vivos influenciam a vida dos seres vivos?
– De que maneira os homens utilizam elementos não vivos na construção de suas casas e objetos do dia a dia?

Contextualização:

A aula será iniciada a partir de uma conversa sobre o que os alunos sabem a respeito dos elementos não vivos. Perguntas como “O que é um elemento não vivo?” e “Você consegue citar alguns exemplos?” serão feitas. Após essa breve introdução, serão apresentados diversos elementos não vivos, permitindo que as crianças toquem e visualizem os materiais. A discussão contextualizará a importância da água, das rochas e de materiais recicláveis, estimulando a reflexão sobre o papel desses elementos no meio ambiente e na vida cotidiana.

Desenvolvimento:

1. Apresentação dos Elementos: O professor irá apresentar cada elemento não vivo coletado, falando um pouco sobre suas características e utilidades. Exemplo: “A água é essencial para todos os seres vivos. Sem ela, a vida não seria possível!”

2. Atividade de Observação: Os alunos serão divididos em grupos e receberão elementos não vivos. Eles deverão observar, tocar e discutir entre si as características de cada elemento (cor, textura, uso).

3. Registro das Observações: Após a atividade de observação, os grupos irão registrar suas observações em cartolinas. Deverão descrever como conseguem usar esses elementos no dia a dia.

Atividades sugeridas:

Dia 1 – Introdução ao Tema
Objetivo: Compreender o conceito de elementos não vivos.
Descrição: Apresentação dos elementos não vivos: como são, onde podem ser encontrados e sua importância.
Instruções: O professor mostrará diferentes elementos e provocará discussões em grupo.
Materiais: Elementos não vivos e cartolina para anotações.

Dia 2 – Observação Prática
Objetivo: Identificar características dos elementos apresentados.
Descrição: Os alunos irão realizar uma atividade prática de observação em grupos.
Instruções: Cada grupo deve observar um elemento e registrar suas características.
Materiais: Elementos não vivos diversos.

Dia 3 – Criação de Maquetes
Objetivo: Criar maquetes que representem diferentes usos de elementos não vivos.
Descrição: Usando materiais recicláveis, os alunos criarão uma maquete demonstrando como utilizam os elementos não vivos.
Instruções: Construa a maquete do que você mais gosta usando os elementos observados.
Materiais: Papel, tesoura, cola, materiais recicláveis.

Dia 4 – Produção de Texto
Objetivo: Produzir um pequeno texto sobre os elementos não vivos.
Descrição: Após a construção das maquetes, cada aluno deve escrever um texto sobre como utilizou os materiais em suas maquetes.
Instruções: Escreva sobre o que você fez e como isso representa os elementos não vivos.
Materiais: Canetinhas e cadernos.

Dia 5 – Apresentação das Maquetes
Objetivo: Compartilhar aprendizagens com os colegas.
Descrição: Apresentação das maquetes e dos textos produzidos para a classe.
Instruções: Cada grupo apresenta sua maquete e texto, explicando a escolha dos elementos e suas funções.
Materiais: Maquetes e textos.

Discussão em Grupo:

Após todas as atividades, conduzir uma discussão em grupo com perguntas como:
– “Qual elemento não vivo você mais gostou de estudar?”
– “Por que os elementos não vivos são importantes para a nossa vida?”
– “Como podemos cuidar do meio ambiente em relação aos elementos que usamos?”

Perguntas:

– Quais são alguns exemplos de elementos não vivos que você conhece?
– Como um elemento não vivo pode impactar um ser vivo?
– Você consegue pensar em um lugar onde um elemento não vivo é essencial?

Avaliação:

A avaliação será realizada através da observação do envolvimento dos alunos nas atividades, na elaboração das maquetes, e nos textos produzidos. Também será levada em conta a participação nas discussões em grupo e a capacidade de apresentar a informação de forma clara.

Encerramento:

Finalizar a aula lembrando os alunos sobre a importância dos elementos não vivos. Conversar sobre como todos devemos cuidar do nosso meio ambiente e usar os elementos de maneira sustentável, conscientizando sobre as práticas de preservação ambiental.

Dicas:

– Incentive os alunos a trazerem elementos não vivos de suas casas para serem discutidos e analisados.
– Use materiais variados para enriquecer as experiências sensoriais das crianças.
– Estimule a criatividade dos alunos e o trabalho em grupo, promovendo o intercâmbio de ideias.

Texto sobre o tema:

Os elementos não vivos compõem a base do nosso ambiente e são essenciais para a vida como a conhecemos. Esses elementos podem ser naturais, como pedras e água, ou construídos pelo homem, como o plástico e o vidro. A água, por exemplo, é fundamental para a sobrevivência de todas as formas de vida, enquanto o solo é um elemento não vivo que fornece nutrientes para as plantas, formando a base de à vida humana e animal. A exploração desses elementos nos proporciona uma compreensão mais profunda de como interagem entre si, formando ecossistemas complexos e fundamentais para a manutenção do nosso planeta.

Além disso, ao estudar elementos não vivos, reconhecemos a importância de materiais recicláveis e da reutilização de objetos na construção do nosso cotidiano. Brinquedos, móveis e utensílios que antes seriam descartados podem ser renovados e transformados em novos objetos, contribuindo para a sustentabilidade do ambiente. Portanto, ao compreender os elementos não vivos, os alunos não apenas aprendem sobre ciências, mas também desenvolvem um senso crítico sobre suas ações e responsabilidades para com o ambiente.

Desdobramentos do plano:

A continuidade do plano de aula pode se expandir através de diferentes abordagens. Uma possibilidade é organizar uma visita a um parque ou área sustentável, onde os alunos possam observar elementos não vivos em seus ambientes naturais. Essa prática permitirá que as crianças verifiquem na prática o que aprenderam de forma teórica, enraizando conhecimentos de maneira concreta e vivencial.

Outra abordagem seria integrar a aprendizagem dos elementos não vivos no desenvolvimento de projetos interdisciplinares. Por exemplo, criar um projeto que explore a reutilização de materiais nas aulas de Artes, incentivando a produção de obras de arte utilizando apenas materiais não vivos que seriam jogados fora. Assim, a consciência ambiental será cultivada em várias dimensões, desenvolvendo tanto o raciocínio crítico quanto a criatividade.

Por fim, a discussão sobre o impacto ambiental dos nossos costumes relacionados aos elementos não vivos, como plástico e eletrônicos, poderiam ser questões a serem abordadas em um futuro próximo. Os alunos poderiam trazer propostas de como reduzir o desperdício e utilizar de forma mais consciente os elementos tirados da natureza. Isso estará alinhado à formação de cidadãos críticos, comprometidos com um mundo mais sustentável.

Orientações finais sobre o plano:

É importante que o professor promova um ambiente de aprendizado aberto, onde os alunos se sintam confortáveis para compartilhar suas ideias e questionamentos. O conhecimento deve ser construído coletivamente, levando em consideração as experiências de vida de cada um, permitindo que a aula se torne uma troca rica de informações.

Os alunos devem ser incentivados a observar a natureza ao seu redor e se interessar pelos diferentes elementos não vivos que podem ser facilmente encontrados no dia a dia. Uma abordagem prática e envolvente facilitará a assimilação do conteúdo de forma leve e significativa, aumentando a curiosidade e o desejo de aprender mais sobre o tema.

Por último, é fundamental que o professor mostre-se disposto a compartilhar conhecimento, valorizando não só o conteúdo que está sendo ensinado, mas também as contribuições e sugestões dos alunos. O diálogo e a colaboração mútua fortalecerão a aprendizagem e tornarão o ambiente mais inclusivo e produtivo.

5 Sugestões lúdicas sobre este tema:

1. Caça ao Tesouro dos Elementos Não Vivos:
Objetivo: Explorar o ambiente escolar em busca de elementos não vivos.
Materiais: Lista de elementos a serem encontrados, pranchetas e canetas.
Modo de condução: Formar grupos e dar uma lista com elementos não vivos para que os alunos encontrem. Após a atividade, cada grupo deve apresentar o que encontrou e discutir a importância de cada item.

2. Experimento com Água:
Objetivo: Entender a importância da água na vida diária.
Materiais: Vários recipientes, solo, sementes e água.
Modo de condução: Plante sementes em dois recipientes, um com solo muito seco e outro com solo úmido. Os alunos observarão as diferenças de crescimento ao longo da semana.

3. Histórias com Elementos Não Vivos:
Objetivo: Fomentar a criatividade e a narrativa.
Materiais: Elementos não vivos diversos.
Modo de condução: Em grupos, os alunos criarão uma história utilizando pelo menos 3 elementos não vivos. Depois, cada grupo apresentará sua história para a sala.

4. Construção de Obra de Arte:
Objetivo: Reutilizar elementos não vivos.
Materiais: Objetos recicláveis ou naturais que podem ser colados ou montados.
Modo de condução: Promover a confecção de uma obra de arte coletiva com os itens coletados. No final, debater a utilização de cada material e sua característica.

5. Dramatização:
Objetivo: Aprender sobre a utilização de elementos não vivos de forma lúdica.
Materiais: Fantasias e elementos não vivos para cenários.
Modo de condução: Cada grupo encena uma situação em que um elemento não vivo é crucial, como “uma construção”, “o ciclo da água”, etc.

Esse plano de aula busca incentivar a curiosidade e o aprendizado ativo dos alunos, contribuindo para uma educação abrangente e significativa. O envolvimento direto com os elementos não vivos, por meio de observação, prática e jogo, proporciona um ambiente educacional dinâmico e enriquecedor.


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