PROJETO: Dia do Protesto Mundial contra o Uso do Eletrochoque (22 de outubro) – 2º ano

Projeto: Dia do Protesto Mundial contra o Uso do Eletrochoque (22 de outubro)

Tema:

O projeto tem como tema central o Dia do Protesto Mundial contra o Uso do Eletrochoque, uma data significativa que busca conscientizar sobre os impactos negativos do uso de eletrochoques em tratamentos de saúde mental. A proposta é que os alunos do 2º ano do Ensino Fundamental explorem essa temática de forma lúdica e educativa, promovendo o debate e a reflexão sobre direitos humanos e a importância do respeito à dignidade humana.

Habilidade BNCC:

As habilidades da BNCC que serão trabalhadas incluem:

  • (EF02LP01) Utilizar, ao produzir o texto, grafia correta de palavras conhecidas.
  • (EF02LP10) Identificar sinônimos de palavras de texto lido, determinando a diferença de sentido entre eles.
  • (EF02LP14) Planejar e produzir pequenos relatos de observação de processos e experiências pessoais.

Objetivo geral:

O objetivo geral do projeto é promover a conscientização dos alunos sobre os direitos humanos e a importância do respeito à dignidade humana, utilizando o Dia do Protesto Mundial contra o Uso do Eletrochoque como ponto de partida para discussões e atividades educativas.

Objetivos específicos:

  • Refletir sobre o uso de eletrochoques e suas implicações éticas.
  • Desenvolver habilidades de leitura e escrita através da produção de textos sobre o tema.
  • Estimular a empatia e o respeito às diferenças entre as pessoas.

Duração aproximada:

Planejamentos de Aula BNCC Infantil e Fundamental

50 minutos.

Recursos didáticos:

  • Textos informativos sobre o uso de eletrochoques.
  • Materiais para produção de cartazes (papel, canetas, tintas).
  • Vídeos educativos sobre direitos humanos.
  • Livros infantis que abordem a temática de forma lúdica.

Situações Problema:

Como podemos ajudar a conscientizar as pessoas sobre o uso de eletrochoques? Quais são as alternativas mais humanas para o tratamento de problemas de saúde mental?

Contextualização:

O projeto será contextualizado com a história do Dia do Protesto Mundial contra o Uso do Eletrochoque, apresentando aos alunos a importância dessa data e como ela se relaciona com os direitos humanos. Os alunos serão incentivados a compartilhar o que sabem sobre o tema e a discutir suas opiniões.

Metodologia:

A metodologia adotada será participativa, envolvendo discussões em grupo, leitura de textos, produção de cartazes e apresentações. Os alunos serão divididos em grupos para que possam trabalhar juntos na elaboração de suas ideias e reflexões sobre o tema.

Perguntas:

  • O que você sabe sobre o uso de eletrochoques?
  • Por que é importante discutir os direitos humanos?
  • Como podemos ajudar a promover o respeito à dignidade humana?

Atividades:

Atividade 1: Leitura de um texto informativo sobre o uso de eletrochoques.
Objetivo: Compreender os impactos do uso de eletrochoques.
Descrição: Os alunos lerão um texto em sala de aula e, em seguida, discutirão suas impressões em grupos.
Materiais: Texto impresso.
Adaptação: Para alunos com dificuldades de leitura, o professor pode ler o texto em voz alta.

Atividade 2: Produção de cartazes.
Objetivo: Criar materiais de conscientização sobre o tema.
Descrição: Os alunos, em grupos, criarão cartazes que abordem o tema do projeto, utilizando imagens e frases de impacto.
Materiais: Papel, canetas, tintas.
Adaptação: Alunos com dificuldades motoras podem trabalhar em pares.

Atividade 3: Apresentação dos cartazes.
Objetivo: Compartilhar as ideias desenvolvidas.
Descrição: Cada grupo apresentará seu cartaz para a turma, explicando suas escolhas e o que aprenderam.
Materiais: Cartazes produzidos.
Adaptação: Alunos tímidos podem apresentar em duplas.

Discussão em Grupo:

Após as apresentações, será promovida uma discussão em grupo sobre as diferentes perspectivas apresentadas. Os alunos serão incentivados a fazer perguntas e a refletir sobre o que aprenderam com os colegas.

Avaliação:

A avaliação será contínua, considerando a participação dos alunos nas atividades, a qualidade dos cartazes produzidos e a capacidade de argumentação durante as discussões.

Dicas:

Para enriquecer o projeto, o professor pode convidar um especialista em direitos humanos para falar com os alunos ou organizar uma visita a uma instituição que trabalhe com saúde mental.

Texto para leitura do professor:

O uso de eletrochoques como tratamento para problemas de saúde mental é um tema que gera muitas controvérsias. Embora algumas pessoas acreditem que esse método pode ser eficaz, muitos especialistas e defensores dos direitos humanos argumentam que ele pode causar danos irreparáveis aos pacientes. É fundamental que os alunos compreendam a importância de respeitar a dignidade humana e buscar alternativas mais humanas para o tratamento de problemas de saúde mental. A discussão sobre esse tema pode ajudar a formar cidadãos mais conscientes e empáticos.

Além disso, é importante que os alunos aprendam a se expressar sobre temas delicados e a desenvolver suas habilidades de leitura e escrita. Através da produção de textos e cartazes, eles poderão exercitar a escrita correta e a segmentação de palavras, habilidades essenciais para a sua formação.

Por fim, o projeto também visa estimular a empatia e o respeito às diferenças. Ao discutir um tema tão sensível, os alunos terão a oportunidade de refletir sobre a importância de tratar todas as pessoas com dignidade, independentemente de suas condições de saúde mental.

Desdobramentos do plano:

Os desdobramentos do plano podem incluir a realização de uma feira de conscientização na escola, onde os alunos poderão expor seus cartazes e compartilhar o que aprenderam com a comunidade escolar. Essa atividade não apenas amplia o alcance do projeto, mas também envolve os pais e outros membros da comunidade, promovendo um diálogo mais amplo sobre o tema.

Outra possibilidade é a criação de um blog ou uma página nas redes sociais onde os alunos possam publicar suas reflexões e produções sobre o tema. Isso permitirá que eles pratiquem suas habilidades de escrita e se familiarizem com o uso de plataformas digitais, além de ampliar a discussão para além dos muros da escola.

Por último, o professor pode incentivar os alunos a realizar pesquisas sobre outras formas de tratamento para problemas de saúde mental, promovendo uma discussão crítica sobre as diferentes abordagens e suas implicações éticas.

Orientações finais:

É fundamental que o professor esteja preparado para lidar com as emoções que podem surgir durante as discussões sobre o tema. O respeito e a empatia devem ser sempre priorizados, criando um ambiente seguro para que todos os alunos possam se expressar livremente.

Além disso, o professor deve estar atento às necessidades individuais dos alunos, adaptando as atividades conforme necessário para garantir que todos possam participar plenamente do projeto.

Por fim, é importante que o professor faça um acompanhamento contínuo das discussões e atividades, garantindo que os alunos estejam realmente compreendendo o tema e desenvolvendo as habilidades propostas pela BNCC.

10 Sugestões lúdicas sobre este tema:

  • Teatro de fantoches: Criar uma peça de teatro onde os fantoches discutem o uso de eletrochoques e suas consequências.
  • Jogo de perguntas e respostas: Elaborar um quiz sobre direitos humanos e o uso de eletrochoques.
  • Desenho coletivo: Fazer um mural onde cada aluno contribui com um desenho que represente a dignidade humana.
  • Roda de conversa: Promover uma roda de conversa onde os alunos possam compartilhar suas opiniões sobre o tema.
  • Criação de uma música: Compor uma canção que fale sobre o respeito à dignidade humana.
  • Jogo de tabuleiro: Criar um jogo de tabuleiro que ensine sobre os direitos humanos de forma lúdica.
  • Contação de histórias: Ler livros que abordem a temática de forma lúdica e educativa.
  • Atividade de dramatização: Dramatizar situações que envolvam a defesa dos direitos humanos.
  • Criação de slogans: Criar slogans que promovam o respeito à dignidade humana e expô-los na escola.
  • Exposição de cartazes: Organizar uma exposição com os cartazes produzidos pelos alunos para a comunidade escolar.

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