“Ensine Áreas e Perímetros de Polígonos de Forma Divertida!”

Neste plano de aula, o objetivo é trabalhar o conteúdo relacionado às áreas e perímetros de figuras poligonais, estimulando o raciocínio lógico e a compreensão de conceitos matemáticos essenciais. A aula será estruturada de forma a promover a participação ativa dos alunos, por meio de atividades práticas e do uso de diferentes recursos. Essa abordagem permitirá que os estudantes se envolvam com o conhecimento de forma significativa e prazerosa, promovendo um aprendizado mais eficaz.

O plano inclui também uma acolhida inicial, onde os alunos serão recebidos e vão compartilhar suas expectativas sobre o tema, além de uma sessão dedicada à leitura orientada, que trará mais contexto e conhecimento sobre figuras poligonais. As atividades práticas visam reforçar os conceitos trabalhados e proporcionar momentos de reflexão e discussão entre os alunos.

Tema: Áreas e perímetros de figuras poligonais: algumas relações
Duração: 60 minutos
Etapa: Ensino Fundamental 1
Sub-etapa: 5º Ano
Faixa Etária: 10 anos

Objetivo Geral:

Planejamentos de Aula BNCC Infantil e Fundamental

Proporcionar aos alunos a compreensão das relações entre áreas e perímetros de figuras poligonais, desenvolvendo habilidades matemáticas e de resolução de problemas.

Objetivos Específicos:

– Identificar diferentes figuras poligonais e suas características (lados, vértices e ângulos).
– Calcular a área e o perímetro de quadrados e retângulos.
– Compreender a relação entre área e perímetro de diferentes figuras poligonais.
– Desenvolver a habilidade de resolver problemas contextualizados envolvendo áreas e perímetros.

Habilidades BNCC:

– (EF05MA17) Reconhecer, nomear e comparar polígonos, considerando lados, vértices e ângulos.
– (EF05MA20) Concluir que figuras de perímetros iguais podem ter áreas diferentes e que, também, figuras que têm a mesma área podem ter perímetros diferentes.

Materiais Necessários:

– Lápis e borracha.
– Régua.
– Papel milimetrado ou quadriculado.
– Fichas de figuras poligonais.
– Calculadoras (opcional).
– Quadro e giz ou marcador.

Situações Problema:

Os alunos serão apresentados a situações que envolvem a comparação entre áreas e perímetros, como: “Duas figuras têm o mesmo perímetro, mas uma tem uma área maior que a outra. Por que isso acontece?” Essas situações abrirão o espaço para discussão e levantamento de hipóteses.

Contextualização:

Iniciar a aula com uma breve discussão sobre a importância das áreas e perímetros no cotidiano, como, por exemplo, o cálculo de áreas de jardins, cercas e construções. Perguntar aos alunos se eles conhecem exemplos práticos em que esse conhecimento foi útil.

Desenvolvimento:

1. Acolhida (10 minutos): Receber os alunos e fazer uma breve apresentação do tema da aula. Pode-se incluir uma breve história sobre a geometria na arquitetura ou na arte, estimulando o interesse deles. O professor pode pedir que compartilhem um exemplo de uso de formas na vida diária.

2. Hora da Leitura (15 minutos): Realizar uma leitura orientada de um texto sobre figuras geométricas, destacando os conceitos de área e perímetro. O professor pode decidir ler em voz alta ou pedir que os alunos façam a leitura em duplas. Após a leitura, discutir os principais pontos, reforçando a terminologia pertinente e garantindo o entendimento.

3. Atividade Prática (25 minutos):
– Dividir os alunos em grupos de 4 a 5 e distribuir a eles as fichas de figuras poligonais. Cada grupo receberá quadrados, retângulos e outros polígonos.
– Solicitar que, usando a régua e o papel milimetrado, eles calculem a área e o perímetro de cada figura.
– Durante a atividade, o professor deverá circular entre os grupos, ajudando e tirando dúvidas.
– Após os cálculos, os grupos devem apresentar os resultados e discutir as relações observadas entre área e perímetro. Podem ser criadas tabelas para sistematizar as informações.

4. Reflexão Final (10 minutos): Reunir todos os alunos e realizar uma discussão sobre o que aprenderam. Incentivar o questionamento: “O que você aprendeu sobre a relação entre área e perímetro?” e “Como isso pode ser útil na vida cotidiana?”.

Atividades sugeridas:

Atividade 1 – “Descubra seu Polígono”: Cada aluno desenhará um polígono diferente e calculará sua área e perímetro. Depois, compartilhará com os colegas.
Objetivo: consolidar o conhecimento na prática.
Materiais: papel e lápis.
Adaptação: para alunos que tenham dificuldades, o professor pode fornecer figuras já desenhadas.

Atividade 2 – “Medindo a Sala”: Os alunos devem medir a sala de aula com uma fita métrica, calcular a área e o perímetro e discutir o resultado com os colegas.
Objetivo: vivenciar o conceito de perímetro e área na vida real.
Materiais: fita métrica.
Adaptação: os alunos podem trabalhar em grupos para coletar os dados juntos.

Atividade 3 – “Jogo dos Polígonos”: Criar um tabuleiro que contenha espaços com perguntas sobre polígonos e seus atributos. Ao cair em um espaço, o aluno deve responder corretamente para avançar.
Objetivo: revisar e fixar o conteúdo de forma lúdica.
Materiais: tabuleiro, dados.
Adaptação: pode ser jogado em grupos, promovendo a interação.

Discussão em Grupo:

Promova uma discussão em círculo, onde os alunos compartilham como relacionaram a área e o perímetro em atividades práticas e o que mais desejam aprender sobre o tema.

Perguntas:

– O que é perímetro e como pode ser calculado?
– Como você percebe a relação entre o perímetro e a área em figuras diferentes?
– Em que situações do dia a dia podemos usar esse conhecimento?

Avaliação:

A avaliação será contínua, acompanhando a participação e o engajamento dos alunos nas atividades e discussões. Além disso, os resultados das atividades práticas serão considerados. O professor pode criar uma ficha de avaliação para anotar observações.

Encerramento:

Finalizar a aula agradecendo a participação dos alunos e reforçando a importância de dominar as noções de área e perímetro, que são conceitos fundamentais na matemática e aplicáveis em várias situações do cotidiano.

Dicas:

– Mantenha um ambiente de sala de aula aberto, onde os alunos se sintam à vontade para fazer perguntas e expressar suas ideias.
– Utilize tecnologias, como aplicativos de geometria, se disponível, para ilustrar e aprofundar o conteúdo.
– Lembre-se sempre de conectar os conceitos matemáticos a situações do dia a dia para que os alunos possam perceber sua aplicabilidade.

Texto sobre o tema:

A geometria é uma das áreas mais fascinantes da matemática, pois estuda as propriedades e relações de figuras no espaço. Dentro da geometria, o estudo das formas poligonais é fundamental, pois são figuras formadas por segmentos de reta que se encontram em pontos chamados vértices. Os polígonos podem variar de simples a complexas, como triângulos, quadrados, pentágonos e muitos outros.

Um dos conceitos principais relacionados aos polígonos é o perímetro, que é a soma dos comprimentos de todos os lados de uma figura. Por outro lado, a área refere-se à medida da superfície ocupada por essa figura poligonal. A relação entre área e perímetro é um tema recorrente em diversas práticas, desde o planejamento de uma construção até a criação artística. As discussões sobre como figuras com o mesmo perímetro podem ter áreas diferentes chamam a atenção para a diversidade dos formatos e suas características.

Portanto, entender e calcular a área e o perímetro não é apenas uma habilidade matemática, mas também uma competência prática que os alunos poderão utilizar ao longo de suas vidas. Ao dominá-los, os estudantes estão se equipando com ferramentas que servirão em diversas situações, seja no cotidiano, nas artes ou nas ciências.

Desdobramentos do plano:

Um desdobramento natural deste plano de aula poderia ser a exploração de figuras tridimensionais e suas respectivas áreas e volumes. A compreensão das relações entre área e perímetro pode ser expandida para incluir sólidos geométricos, como cubos e cilindros. Isso permitiria que os alunos fizessem analogias com áreas e perímetros, promovendo uma aprendizagem significativa.

Outra possibilidade é estimular a criação de projetos que envolvam planejamento de espaços, como o design de jardins ou salas de aula que envolvam o cálculo de área e perímetro. A vivência prática reforçaria os conceitos matemáticos e tornaria a aprendizagem mais significativa, além de desenvolver habilidades de planejamento e criatividade.

Além disso, os professores podem fomentar a pesquisa sobre a aplicação de geometria em diferentes culturas, como a utilização de padrões geométricos em artesanato e arquitetura. Ao compreendê-las, os alunos podem apreciar a diversidade cultural e as maneiras com que a matemática é utilizada em diferentes contextos ao redor do mundo.

Orientações finais sobre o plano:

As orientações finais destinadas ao professor indicam a importância de adaptar o conteúdo às necessidades da turma. Cada classe possui sua dinâmica e ritmo; por isso, é essencial monitorar o progresso dos alunos e estar disposto a ajustar o plano conforme for necessário.

Incentivar a curiosidade dos alunos também é essencial para um aprendizado profundo. Perguntas abertas durante as discussões podem levar a uma reflexão mais aprofundada, estimulando o engajamento deles com o conteúdo e permitindo que se tornem ativos na construção de seu conhecimento.

Por fim, o uso de diferentes recursos, como tecnologia e materiais manipulativos, pode enriquecer a experiência de aprendizagem. Propor atividades variadas que atendam a diferentes estilos de aprendizagem é um passo crucial para garantir que todos os alunos tenham a oportunidade de prosperar em sua jornada matemática.

5 Sugestões lúdicas sobre este tema:

1. Caça ao Polígono: Os alunos devem encontrar objetos na sala de aula que representem diferentes polígonos. Objetivo: reconhecer formas geométricas no cotidiano.
2. Desenho de Figuras Geométricas: Usando tinta ou giz de cera, os alunos deverão criar pinturas utilizando apenas polígonos. Objetivo: explorar criações artísticas a partir da geometria.
3. Construa Seu Polígono: Utilizando palitos e massinha, os alunos deverão construir suas figuras geométricas. Objetivo: vivenciar a construção das formas e desenvolver a coordenação motora.
4. Jogos Matemáticos: Criar um jogo de tabuleiro onde os alunos avancem casas ao responder corretamente perguntas sobre polígonos. Objetivo: estudar de forma colaborativa.
5. Histórias com Formas: Criar uma história onde os personagens são polígonos, e cada um tem uma característica. Esse projeto pode ser transformado em um livro ilustrado. Objetivo: trabalhar a criatividade ao mesmo tempo que estudam geometria.

Com essas habilidades e atividades, os alunos do 5º ano estarão mais bem preparados para explorar os conceitos de áreas e perímetros de figuras poligonais de maneira divertida e interativa. O plano de aula procura, assim, não apenas ensinar matemática, mas também desenvolver competências que servirão para a vida toda.


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