Atividade Lúdica: Nomes e Alfabeto para o 3º Ano EF
Atividade Adaptada – nomes próprios, alfabeto
Identificação
Título: Descobrindo Nomes e Letras
Série: 3º ano EF
Disciplina: Língua Portuguesa
Necessidades: TDAH, Dislexia, Discalculia, Espectro Autista
Objetivos de Aprendizagem
- Identificar e organizar as letras do alfabeto.
- Reconhecer e utilizar nomes próprios em contextos variados.
- Desenvolver habilidades de comunicação verbal e não-verbal.
- Trabalhar a atenção e a concentração por meio de atividades lúdicas.
Habilidades BNCC
- EF15LP05 – Identificar e usar nomes próprios em textos orais e escritos.
- EF15LP06 – Relacionar letras e sons em palavras.
- EF15LP01 – Produzir e compartilhar textos orais e escritos.
Descrição da Atividade
- Iniciar a aula com uma breve conversa sobre o alfabeto, utilizando um quadro ou slide com as letras.
- Os alunos deverão escolher um nome próprio (pode ser o próprio nome ou de alguém conhecido) e escrever em uma folha.
- Em seguida, em duplas, os alunos deverão organizar as letras do alfabeto em ordem alfabética, utilizando cartões com letras que podem ser manipulados.
- Após essa atividade, os grupos deverão criar uma pequena história em torno do nome escolhido, utilizando palavras que comecem com as letras desse nome.
- Por fim, os alunos compartilharão suas histórias com a turma, se sentirem à vontade.
Adaptações Específicas
- TDAH: Usar cronômetros visuais para dividir a atividade em partes menores e com intervalos.
- Dislexia: Fornecer letras em fontes maiores e mais legíveis, além de utilizar cores diferentes para as letras.
- Discalculia: Utilizar objetos concretos ou jogos que envolvam letras e números para reforçar o conceito de ordem.
- Espectro Autista: Criar um ambiente tranquilo, com poucos estímulos visuais e auditivos, e permitir o uso de fones de ouvido se necessário.
Materiais Necessários
- Cartões com letras do alfabeto.
- Papel e caneta para cada aluno.
- Quadro ou projetor para apresentação.
- Cronômetro ou timer visual.
- Materiais sensoriais (como massinha ou texturas) para os alunos que precisam de apoio sensorial.
Desenvolvimento da Atividade
- Inicie a atividade com uma roda de conversa onde os alunos compartilham seus nomes e o que eles significam.
- Apresente o alfabeto e faça uma breve atividade de reconhecimento das letras.
- Forneça os cartões com as letras para que os alunos possam manipulá-los e organizá-los em ordem alfabética.
- Divida os alunos em duplas e distribua as folhas para que escrevam seus nomes e criem a história.
- Reserve os últimos 10 minutos para que os alunos compartilhem suas histórias, promovendo um ambiente de apoio e respeito.
Estratégias de Apoio
- TDAH: Reforço positivo ao longo da atividade, elogiando pequenos avanços e conquistas.
- Dislexia: Oferecer suporte visual e auditivo através de gravações ou vídeos que reforcem o alfabeto.
- Discalculia: Trabalhar em grupos pequenos para garantir que todos tenham atenção individualizada.
- Espectro Autista: Permitir que os alunos expressem suas histórias de outras formas, como desenhos ou dramatizações.
Avaliação Adaptada
A avaliação será feita de forma contínua, observando a participação dos alunos nas atividades e a capacidade de interagir com os colegas. Os critérios incluem:
- Participação nas atividades em grupo e individual.
- Capacidade de reconhecer e utilizar letras do alfabeto.
- Qualidade e criatividade das histórias criadas.
Orientações para o Professor
- Crie um ambiente acolhedor e sem pressa, permitindo que os alunos se sintam à vontade para expressar suas ideias.
- Utilize técnicas de storytelling para engajar os alunos e facilitar a compreensão do conteúdo.
- Mantenha a comunicação clara e objetiva, utilizando frases curtas e simples.
Recursos Visuais/Sensoriais
Utilize cartazes com o alfabeto, imagens que representem palavras que começam com cada letra e objetos que possam ser manipulados para reforçar o aprendizado.
Possíveis Adaptações
- Se necessário, as atividades podem ser adaptadas para serem realizadas em casa, com o apoio da família.
- Oferecer a opção de utilizar aplicativos de educação que trabalhem com letras e nomes próprios, caso o acesso ao notebook seja viável.
- Permitir a utilização de recursos tecnológicos, como gravadores, para que os alunos que têm dificuldade em escrever possam gravar suas histórias.

