“Planejamento Urbano: Protegendo Áreas de Risco no Ensino Médio”

Tema: Planejamento para evitar ocupação de áreas de risco ou ambientais sensíveis
Etapa/Série: 3º ano – Ensino Médio
Disciplina: História
Questões: 15

Prova de História – 3º Ano do Ensino Médio

Tema: Planejamento para evitar ocupação de áreas de risco ou ambientais sensíveis

Planejamentos de Aula BNCC Infantil e Fundamental

Instruções: Leia atentamente cada questão e assinale a alternativa correta.

1. Qual é o principal objetivo do planejamento urbano em áreas de risco?

A) Aumentar a densidade populacional.

B) Proteger a vida e o patrimônio dos cidadãos.

C) Promover a especulação imobiliária.

D) Incentivar a ocupação sem regulamentação.

2. Uma das práticas de planejamento urbano é a criação de áreas verdes. Qual é a importância delas para a prevenção de desastres?

A) Conter a poluição sonora.

B) Aumentar a temperatura local.

C) Controlar a erosão do solo e melhorar o escoamento da água.

D) Favorecer a construção de edifícios.

3. O que define uma área ambientalmente sensível?

A) Regiões com grande concentração de população.

B) Locais com ecossistemas frágeis que necessitam de proteção.

C) Terrenos com alta viabilidade para construção.

D) Áreas urbanizadas sem controle.

4. Em que documento legal brasileiro é abordada a ocupação do solo, especialmente em áreas de risco?

A) Código Civil.

B) Lei de Uso e Ocupação do Solo.

C) Estatuto da Cidade.

D) Constituição Federal.

5. Qual ação é considerada imprudente em relação ao planejamento de áreas de risco?

A) Informar a população sobre os perigos.

B) Incentivar a construção em margens de rios.

C) Criar planos de evacuação em caso de desastres.

D) Realizar estudos sobre os impactos ambientais.

6. Em áreas propensas a deslizamentos, quais medidas de planejamento podem ser adotadas?

A) Construção de grandes prédios.

B) Proibição de qualquer atividade econômica.

C) Reflorestamento e construção de muros de contenção.

D) Incentivo à urbanização desordenada.

7. Como o zoneamento urbano pode ajudar na proteção de áreas ambientalmente sensíveis?

A) Permite a construção sem limites.

B) Define usos do solo que protegem ecossistemas frágeis.

C) Aumenta a especulação imobiliária.

D) Facilita a ocupação de terrenos subutilizados.

8. O que caracteriza a gestão de risco em relação às áreas urbanas?

A) Ignorar os perigos naturais.

B) Planejar ações e políticas para minimizar os impactos de desastres.

C) Priorizar a ocupação de áreas vulneráveis.

D) Construir infraestruturas apenas para áreas nobres.

9. Quais são os principais perigos associados à ocupação irregular de áreas de risco?

A) Menor acesso à infraestrutura.

B) Desastres naturais, como enchentes e deslizamentos.

C) Aumento de oportunidades de trabalho.

D) Valorização imobiliária.

10. Qual a importância da participação comunitária no planejamento de áreas de risco?

A) Evitar cocriação de espaços públicos.

B) Proporcionar a percepção dos riscos e a construção de soluções locais.

C) Mantém a população desinformada.

D) Dificulta a execução de planos estabelecidos.

11. As cidades que adotam um planejamento urbano sustentável visam:

A) Maximizar o uso do espaço com prédios altos.

B) Equilibrar desenvolvimento econômico com a conservação ambiental.

C) Permitir a invasão de áreas verdes.

D) Incentivar a expansão horizontal sem controle.

12. Qual é um exemplo de um planejamento que pode ser aplicado em áreas de risco?

A) Definir zonas de habitação de alta densidade.

B) Criar barreiras para controlar enchentes.

C) Implantar indústrias em locais vulneráveis.

D) Promover o uso indiscriminado dos solos.

13. A Educação Ambiental pode contribuir para o planejamento de áreas sensíveis através de:

A) Ignorar questões ambientais nos currículos.

B) Aumentar a conscientização e o envolvimento da população.

C) Promover a ocupação desordenada.

D) Desconsiderar os saberes locais.

14. O que são Planos Diretores e qual a sua importância para planejamento urbano?

A) Documentos que regularizam a ocupação.

B) Discursos sem aplicação prática.

C) Legislações que facilitam a especulação imobiliária.

D) Manuais de construção de imóveis.

15. Para mitigar os riscos em áreas de encostas, quais estratégias de planejamento são recomendadas?

A) Aumento da ocupação residencial descontrolada.

B) Monitoramento contínuo e restrições de uso do solo.

C) Isenção de impostos para novos empreendimentos.

D) Proibição de qualquer tipo de construção.

Gabarito

1. B – O principal objetivo do planejamento urbano em áreas de risco é proteger a vida e o patrimônio dos cidadãos.

2. C – As áreas verdes controlam a erosão do solo e melhoram o escoamento da água, reduzindo riscos de desastres.

3. B – Áreas ambientalmente sensíveis são aquelas com ecossistemas frágeis que necessitam de proteção.

4. C – O Estatuto da Cidade aborda a ocupação do solo, especialmente em áreas de risco.

5. B – Incentivar a construção em margens de rios é imprudente, pois aumenta os riscos de enchentes.

6. C – Medidas como reflorestamento e muros de contenção são eficazes em áreas propensas a deslizamentos.

7. B – O zoneamento urbano define usos do solo que ajudam a proteger ecossistemas frágeis, evitando ocupações perigosas.

8. B – A gestão de risco envolve planejar ações e políticas para minimizar os impactos de desastres.

9. B – Os principais perigos são desastres naturais, como enchentes e deslizamentos, que ocorrem devido à ocupação irregular.

10. B – A participação comunitária proporciona a percepção dos riscos e a construção de soluções locais, fortalecendo o planejamento.

11. B – Cidades com planejamento urbano sustentável buscam equilibrar desenvolvimento econômico e conservação ambiental.

12. B – Criar barreiras para controlar enchentes é um exemplo de planejamento adequado em áreas de risco.

13. B – A Educação Ambiental aumenta a conscientização e a participação da população em questões ambientais.

14. A – Planos Diretores são documentos que regulam a ocupação, essencial para o planejamento urbano.

15. B – Monitoramento contínuo e restrições de uso do solo são essenciais para mitigar riscos em áreas de encostas.

Essa prova visa avaliar não apenas o conhecimento sobre o tema, mas também a capacidade de aplicar conceitos de planejamento e prevenção em situações reais.


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